Silvicultura & SAFs

Da semente à madeira nobre

Plantios mistos de espécies nativas e exóticas integrados a sistemas agroflorestais de café, açaí e cacau — uma arquitetura produtiva que imita a floresta e gera valor em múltiplos horizontes de tempo.

Silvicultura

Espécies de alto valor, manejo de precisão

Trabalhamos com um portfólio cuidadosamente selecionado de espécies madeireiras nativas e exóticas de alto valor comercial. Cada espécie é escolhida pela sua adaptação ao bioma, velocidade de crescimento e demanda de mercado.

Nossos plantios seguem protocolos de manejo silvicultural baseados em pesquisa científica, com monitoramento contínuo de crescimento, sanidade e estoque de carbono.

Jequitibá-Rosa

Cariniana legalis

Nativa
Ciclo: 25–35 anos

Uma das maiores árvores da Mata Atlântica, madeira nobre para movelaria fina e alto potencial de carbono

Ipê-Felpudo

Zeyheria tuberculosa

Nativa
Ciclo: 25–35 anos

Excelente forma silvicultural, madeira densa para construção civil e obras externas, adaptada ao Cerrado e Mata Atlântica

Guanandi

Calophyllum brasiliense

Nativa
Ciclo: 25–35 anos

Madeira marrom-avermelhada de alta durabilidade, amplamente usada nos trópicos para movelaria de luxo e construção naval

Louro-Pardo

Cordia trichotoma

Nativa
Ciclo: 25–30 anos

Madeira de alta qualidade para móveis de luxo e laminados, com forte demanda no mercado interno e externo

Mogno Africano

Khaya senegalensis

Exótica
Ciclo: 18–25 anos

Crescimento vigoroso e rusticidade a déficit hídrico, madeira internacionalmente valorizada para marcenaria e laminados

Mogno Africano

Khaya grandifoliola

Exótica
Ciclo: 18–25 anos

Subespécie de maior porte, madeira de cerne avermelhado com excelente acabamento para movelaria de alto padrão

Teca

Tectona grandis

Exótica
Ciclo: 25–30 anos

Padrão global de qualidade em madeira tropical, mercado exportador consolidado e alta liquidez internacional

Freijó

Cordia alliodora

Exótica
Ciclo: 18–25 anos

Crescimento rápido para madeira nobre, madeira leve e resistente amplamente usada em movelaria fina, laminados e construção civil

Sistemas Agroflorestais

Café sombreado: receita no curto prazo, floresta no longo

Os SAFs de café sombreado são o coração da nossa estratégia de geração de receita no curto e médio prazo. O café cultivado sob dossel florestal produz grãos de qualidade superior, com menor necessidade de insumos e maior resiliência climática.

Essa integração resolve um dos maiores desafios do investimento florestal: o longo período sem receita antes do primeiro corte. Com os SAFs, o projeto gera caixa desde os primeiros anos.

Receita antecipada

Colheitas de café a partir do 3º ano reduzem o período de caixa negativo e melhoram o fluxo do investimento.

Qualidade premium

Café sombreado produz grãos com perfil sensorial superior, acessando mercados especiais com preços diferenciados.

Resiliência climática

O dossel florestal regula temperatura e umidade, protegendo o café das variações climáticas extremas.

Biodiversidade

A combinação de espécies cria corredores ecológicos e aumenta a biodiversidade local, fortalecendo a certificação de carbono.

Pesquisa de campo em sistema agroflorestal com café e espécies nativas

Case de referência

Projeto Sapucaia

O primeiro projeto integrado da TFC

O Projeto Sapucaia é o projeto-piloto da TFC, desenvolvido em parceria com o Futuro Florestal. Com foco na espécie Lecythis pisonis (Sapucaia), o projeto combina silvicultura de precisão, SAFs de café sombreado e certificação de carbono em uma área de manejo integrado.

500+

hectares sob manejo

8

espécies no portfólio

Ano 3

primeira colheita de café

VCS

padrão de certificação

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